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TIPOS DE TIJOLOS

As primeira invenções no ramo da construção, surgiram a partir da necessidade de se ter  um lugar para morar e da resistência que essa moradia precisava ter contra às ações do tempo e do clima. A dica dessa semana é de um produto que se alastrou por todo o mundo e hoje em dia ainda é muito utilizado, apesar de existirem outros elementos estruturais.

O Tijolo é um dos materiais mais conhecidos das obras, seu formato é inconfundível e sua praticidade o torna amplamente empregado. Existem vários tipos de tijolos que servem para diferentes usos, abaixo temos alguns exemplos:

Tijolo Anápolis: Tem geralmente 8 furos que garantem uma diminuição no peso. Já suas ranhuras facilitam a aderência da argamassa. É geralmente utilizado na construção de paredes e base estrutural.

Os tijolos de Anápolis são bastante utilizados para a base e construção de paredes. Foto fornecida por cliente.

Tijolo de Vidro: Conhecidos também como “blocos de vidro” tem um efeito decorativo. Seu ápice foi em meados dos anos 2000, mas ainda são bastante utilizados, principalmente para auxiliar na iluminação de ambientes.

CASACOR 2018.

Tijolo Maciço: Esse tijolo é perfeito quando a intenção é deixar a estrutura aparente. Claro que para isso, se faz necessário uma manutenção maior como, por exemplo, uma boa impermeabilização, que deverá proteger a parede contra o desgaste natural das peças e dos possíveis danos causados por infiltrações..

Projeto realizado pela nossa Designer de Interiores Laise.

Tijolo Refratário: É o ideal para construção de  churrasqueiras, pois possui grande resistência térmica. Seu formato possibilita que fique aparente em projetos decorativos como o modelo abaixo:

Projeto realizado pela nossa Designer de Interiores Laise.

Recomendamos que consulte um profissional especializado para sua reforma ou construção, ele indicará o tipo ideal de tijolo para o caso específico. Se ainda tem alguma dúvida ou quiser ver mais de perto esses materiais, faça-nos uma visita.

Texto por Sara Aires.

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ESCOLHA DO REJUNTE

Melhor acabamento, proteção contra possíveis descolamentos ou até contra fungos e mofos são algumas vantagens de uma boa escolha dos rejuntes.

É possível obter tais resultados, mas para isso é preciso saber escolher o melhor para cada caso. Você sabe a diferença entre os diversos tipos de rejuntes?

Esteticamente, o rejunte é utilizado para preencher o espaço entre uma peça e outra. O cliente pode optar por uma cor mais parecida com o revestimento ou escolher uma cor contrastante para dar um efeito diferenciado.

Mas tecnicamente falando, há muito mais por trás desse produto relativamente “simples”. Existem três tipos: o rejunte cimentício, o acrílico e o epóxi. Todos servem para deixar a área mais homogênea e regular, além de ajudar na vedação. Mas qual usar?

O cimentício é composto de cimento + agregados minerais + pigmentos + polímeros. É o rejunte mais básico de todos, pode ser utilizado em áreas internas e o desempenho em áreas externas é ótimo, desde que não tenha tanto contato com água, a não ser que seja uma versão aditivada. Este tipo de rejunte é o mais indicado para juntas maiores com espaçamento de 3mm a 10mm entre as peças.

O acrílico é considerado um rejunte intermediário e atualmente é o mais utilizado. A matéria principal é a resina acrílica propriamente dita, acrescida de cimento, pigmentos, aditivos etc. A vantagem deste tipo é que já vem pronto para o uso, o que traz mais praticidade na obra. Pode ser usado em pisos e paredes em áreas internas e externas, devido ao seu fator de impermeabilização também podem ser aplicados em áreas molhadas como banheiro e cozinha.

Projeto criado pela nossa designer de interiores Sara Aires.

O epóxi é o mais resistente de todos, praticamente impermeável, e é produzido com base de resina. Tem alta eficiência química e mecânica. Porém, é o mais delicado. O espaçamento entre uma peça e outra deve ser até 5mm e deve ser limpo assim que aplicado para evitar manchas na superfície do piso ou parede. Em áreas com contato intenso com água é o mais indicado.

E aí gostaram? Algumas dicas são imprescindíveis para o bom andamento da sua obra. Por isso, consulte sempre o profissional responsável e se precisar de ajuda, nossos Designers estarão disponíveis.

Texto por Sara Aires.

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EFEITO MARMORIZADO

Podendo representar luxo, beleza e sofisticação, o efeito marmorizado é atemporal e acompanha muito bem os diferentes estilos na decoração.

Pedra de Granito e Mármore

O uso e comercialização de pedras naturais tiveram seu início nos primórdios da civilização. Grandes monumentos como as Pirâmides do Egito, a Muralha da China e o Panteão Romano, por exemplo, utilizaram em sua construção pedras como calcários, mármores e entre outros tipos.

Atualmente, a utilização das pedras de mármore e de granito é mais comum em bancadas de banheiro ou cozinha. Mas quando se trata de pisos e revestimentos, o investimento se tornar muito mais caro se trabalhado com pedras naturais. A pattern* queridinha do momento já vem sendo reproduzida em porcelanatos, cerâmicas, revestimentos decorativos, papéis de parede e até em artigos de decoração como bandejas, vasos, tecidos, tampos de mesa e muitos outros objetos. Justamente para democratizar o conceito de elegância, sem desequilibrar o orçamento.

Seja combinando esse efeito com acabamento amadeirado, seja com um toque colorido ou simplesmente aplicado sozinho no ambiente, a impressão que fica é marcante e nunca sai de moda. Pelo contrário, esse acabamento é um verdadeiro CLÁSSICO da arquitetura e decoração. Pode ser usado para revestir seu ambiente sem medo!

O interessante é pesquisar as opções existentes no mercado, pois cada modelo conta com veios, linhas e rajados que podem ser mais ou menos acentuados, então a escolha de um porcelanato imitando mármore é depende do gosto de cada cliente.

Projeto desenvolvido pela Designer de Interiores Laise.

Conte sempre com o direcionamento de um profissional para te auxiliar na escolha dos materiais e das melhores opções para sua casa. Conheça nossa equipe de Designers de Interiores.

*padrão, estampa;

Texto por Sara Aires.

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TIPOS DE PAGINAÇÃO DE PISOS

Uma dúvida muito frequente a respeito do assentamento de cerâmicas, porcelanatos e revestimentos são sobre a paginação dos mesmos.

O que é paginação, afinal? Paginação é um planejamento minucioso que define como vão ser aplicados os pisos e revestimentos no espaço. Além de pensar na estética do ambiente, o profissional consegue avaliar qual a quantidade necessária de determinado produto, então é necessário bastante atenção na construção do projeto.

Resultados mais harmoniosos podem ser obtidos e desperdícios podem ser evitados através de um bom planejamento. Pensando nisso, temos aqui alguns exemplos que podem ajudar na escolha da paginação do seu piso.

O uso mais comum é assentar o produto alinhado, ou seja, as peças com dimensões iguais ficam dispostas lado a lado. Esse tipo sugere mais regularidade e simetria. O percentual de perda é de 10%.

Paginação vertical ou horizontal, também conhecida como amarração.

Os assentamentos verticais ou horizontais também são muito comuns. A diferença é que na paginação vertical, as peças retangulares ficam com a dimensão maior no eixo vertical, já na paginação horizontal, a dimensão maior fica no eixo horizontal. A proposta é criar a sensação de amplitude, seja no pé direito (altura da parede) ou ao alongar no sentido da largura/comprimento do ambiente. Neste caso, calcula-se a perda de cerca de 10% no percentual total do revestimento.

Paginação Diagonal

Na paginação diagonal, as peças devem ser assentadas a 45 graus. Essa disposição confere mais dinamismo e diminui a aparência de paredes fora de esquadro. Geralmente, considera-se cerca de 20% a 25% de perda.

Paginação Espinha de Peixe

Outra paginação que já foi bastante utilizada e está aparecendo com frequência em projetos atuais é a Espinha de Peixe. O efeito “zigue-zague” é criado através das peças retangulares dispostas a 45 graus. Estilo atribuído a pisos de madeira, agora ganha versões até em tijolinhos cerâmicos. A desvantagem é que o custo da aplicação aumenta consideravelmente, uma vez que a mão de obra é mais trabalhosa e haverá muitos recortes e acabamentos no revestimento. A perda chega ao percentual de 30%.

A paginação Escama de Peixe parte do mesmo princípio da paginação anterior, porém a instalação é um pouco diferente. Nesta técnica a instalação das peças retangulares é feita a 90 graus e intercaladas horizontal e verticalmente. O percentual de perda é o mesmo da Espinha de Peixe, cerca de 30%.

Por fim, temos o estilo de paginação transpassada ou simplesmente amarrada, como é mais popularmente conhecida. Nesta paginação, as peças são organizadas de forma que uma transpassa a outra (daí o nome) cerca de 15% a 25% (dependendo do fabricante). O indicado é utilizar niveladores de assentamento para evitar problemas na hora da instalação.

Viu como planejamento é importante? Considerando todos esses exemplos, de qual tipo você gosta mais? E qual é o mais indicado para o seu ambiente? Siga sempre as instruções do fabricante e visite nossa loja para conferir mais dicas com os nossos Designers de Interiores.

 

Texto por Sara Aires.

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VOCÊ CONHECE O COBOGÓ?

Em meados de 1929, engenheiros e comerciante arquitetaram um elemento que permitia a circulação de ar. Movidos pela necessidade de amenizar as altas temperaturas nordestinas Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góes juntaram a primeira sílaba de cada sobrenome e batizaram a peça como COBOGÓ.

Projeto produzido pela nossa designer de interiores Laise.

Inspirados por componentes da arquitetura árabe, esse elemento teve seu ápice na década de 50, quando foi difundido pelo arquiteto Lúcio Costa, na construção de Brasília.

Apesar de ter desaparecido por muitos anos, voltou com força total nos projetos de arquitetura e interiores mais recentes. Este elemento vazado permite melhor ventilação e passagem da luz, além de compor a decoração e dividir parcialmente o ambiente.

No início, os cobogós eram fabricados apenas em cimento, mas atualmente encontramos opções em cerâmica, madeira, vidro, mármore, aço e outros materiais, além das diversas cores e estilos disponíveis. São utilizados para dividir, proporcionar privacidade, conferir beleza e imprimir personalidade ao ambiente.

Antes de apostar em formatos “diferentões” e cores muito vibrantes, o ideal é que o projeto seja harmônico. Então é importante saber qual será a personalidade do ambiente, por exemplo, se é uma sala mais sofisticada, cores mais neutras caem bem; se for uma área de lazer descontraída, podemos utilizar cores mais vibrantes e formatos mais alegres. Lembrando é claro, que toda escolha deve ser feita de acordo com a personalidade do cliente e com a orientação de um profissional.

Que tal transformar seu ambiente se inspirando nos Cobogós? Cada cantinho pode contar uma história rica em detalhes e cultura, traduza essa emoção no seu ambiente.

Texto por Sara Aires.

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REVESTIMENTOS 3D

Os revestimentos foram inventados principalmente para proteger e dar acabamento a parede. Atualmente, com as mais variadas tecnologias de produção, temos uma infinidade de opções, texturas, desenhos e volumes. Assim, os revestimentos transcenderam da função básica, proteger a parede, para a estética. Com isso, a busca por materiais com aparência mais bonita e expressiva aumentou. Afinal, agora desempenham também o papel de decorar o ambiente.

Três dimensões: altura, largura e profundidade.

Os revestimentos 3D ganharam os corações de todos. Sejam eles mais fluídos com linhas orgânicas ou com desenhos geométricos e “agressivos”, a verdade é que são versáteis e se comportam bem em qualquer ambiente.

Projeto elaborado pela nossa Designer de Interiores Laise.

Banheiros, cozinhas, salas, quartos, escritórios etc. A escolha deve ser feita de acordo com o gosto do cliente, mas é preciso tomar alguns cuidados. O ideal é manter uma aparência mais homogênea possível, usando revestimentos proporcionais ao espaço e de forma que a textura não atrapalhe na função do ambiente.

Projeto elaborado pela nossa Designer de Interiores Laise.

A profundidade que parece saltar das paredes, encanta. E é ainda mais valorizada quando aliada a iluminação direcionada, pois as curvas e linhas ficam ainda mais destacadas. Vale a pena apostar nessa dica!

Relevos e texturas sempre são bem vindos para proteger, decorar e dar personalidade ao ambiente.

Conheça nossa loja e surpreenda-se!

Texto escrito pela Designer de Interiores Sara Aires.

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ILUMINAÇÃO COM LÂMPADAS DE FILAMENTO

A luz artificial prolonga o nosso dia, simplifica nossas vidas, torna as cidades mais iluminadas e mais seguras. Mas você sabia que uma boa iluminação garante efeitos decorativos incríveis?

As primeiras lâmpadas a serem comercializadas foram as incandescentes, Thomas Edison levou os créditos por esse invento que revolucionou o mundo.

Depois de tantos anos, o antigo formato dessa lâmpada volta a estar presente na decoração. Hoje os filamentos já não são os mesmos que Edison usou e a tecnologia trouxe novas invenções como LED. A vantagem é que, hoje em dia, uma lâmpada tem maior durabilidade e consome menos energia, sendo assim mais eficiente.

Sala de Projetos da Campeão da Construção

As Lâmpadas de Filamento, criadas por Thomas, são utilizadas na composição desde o estilo retro (onde itens reproduzem o aspecto de peças antigas) até o estilo contemporâneo ou industrial, que são mais atuais.

Queridinha nos projetos de ambientes internos, esse modelo tem um efeito fundamentalmente decorativo. Visto que são objetos que devem chamar atenção, o recomendado é utiliza-la em um pendente em que fique totalmente aparente. As lâmpadas de filamento conferem personalidade ao espaço e trazem mais conforto ao ambiente, uma vez que a cor de luz é mais amarelada. Podem ser aplicados em salas, varandas, quartos, ambientes comerciais e devem ser instaladas preferencialmente acima de mesas, bancadas, criados, etc. É importante ressaltar que dependendo da função e do tamanho do ambiente, apenas a lâmpada de filamento não será o suficiente para iluminar de forma plena e funcional.

Atualmente, a tendência é criar não só uma casa, mas sim um LAR, um refúgio em que tudo se harmonize e expresse a individualidade e personalidade do proprietário. Cada projeto é único, cada pessoa é única. Nosso papel é entender suas necessidades e propor soluções para garantir o sucesso de sua reforma ou construção.

Texto escrito pela Designer de Interiores Sara Aires.

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A HISTÓRIA POR TRÁS DOS LADRILHOS

A palavra Design pode ser “traduzida” como a junção da estética + funcionalidade. Mas você sabia que por trás de todo produto existe um contexto? Por exemplo, em meados do século V, pequenos pedaços de pedras coloridas eram dispostos nas paredes formando imagens. Isso te lembra de algo? Já na antiguidade sentiam a necessidade de expressar sentimento e emoção nos ambientes.

Originalmente produzido de forma artesanal, o Ladrilho teve seu ápice no Brasil nos séculos XIX e XX. Hoje contaremos o que aconteceu antes de vermos essas preciosidades expostas em nossas gôndolas. Acreditem: para chegar ao resultado final, precisamos entender a HISTÓRIA por trás.

A prática de revestir paredes e pisos com efeito decorativo é muito antiga, foi democratizada na Europa e inspirados pelos mosaicos das manifestações artísticas do Império Bizantino (nos séculos X a XV).

Devido à colonização mais tardia no Brasil, essa tendência foi afetada, então os Ladrilhos eram importados de Portugal. Foi através do nascimento de pequenas fábricas em meados do século XIX, que o uso de Ladrilhos se popularizou, mas o processo ainda era exclusivamente manufatureiro.

No início do século XX, com o estouro da Revolução Industrial no Brasil, as fábricas tomaram proporções grandiosas. Pontos positivos e negativos foram evidenciados através dessas transformações. O sistema artesanal foi praticamente todo substituído pelo sistema fabril (industrializado). Dessa forma, o ladrilho artesanal foi deixado de lado, pois as fábricas produziam mercadorias mais rentáveis e menos rebuscadas. Passado a instabilidade e com as novas tecnologias, o ladrilho foi reinventado.

Grandes fábricas previram o potencial deste material e juntaram o estilo dos ladrilhos com a capacidade de produção em larga escala. Com essa prática,  reproduziram o conceito antigo, clássico e artesanal em uma cerâmica (e anos mais tarde, em um porcelanato, por exemplo). Pode-se dizer que praticamente todas as indústrias aderiram a essa representação.

As qualidades decorativas e estéticas dos ladrilhos foram mantidas, mas hoje em dia são produzidos de outras formas, e não somente de forma artesanal. São amplamente utilizados em ambientes internos e externos, pisos e paredes. Ou seja, você pode desfrutar de todas as opções que o mercado oferece: beleza, resistência, cores diversas e texturas são apenas algumas das opções.

Projeto produzido pela nossa Designer de Interiores Laise.

Aqui no Campeão da Construção contamos com um enorme mix de produtos. Temos certeza de que você vai se apaixonar! E você? Qual a sua HISTÓRIA? O que deseja representar na sua casa? Podemos te ajudar na construção desse sonho.

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CUBAS PARA BANHEIRO. QUAIS AS DIFERENÇAS?

Além dos pisos e revestimentos, a escolha dos acessórios para os banheiros também podem gerar muitas dúvidas. Existem vários modelos no mercado e é normal ficar inseguro no momento da compra. Você sabe quais são as diferenças das cubas para banheiro?

Primeiro, entender e saber a dimensão do banheiro é muito importante, pois a cuba escolhida deverá ser proporcional ao ambiente. O recomendado é usar uma cuba que não ocupe todo o espaço da bancada, por exemplo. Depois de definir o tamanho adequado, o próximo passo é escolher o modelo da cuba.

As mais populares são as cubas de embutir. Neste caso, o recorte da bancada deve ser feito com exatidão, já que a cuba é colada na parte inferior. A vantagem é que são mais tradicionais e podem ser encontradas com facilidade e valor acessível. A desvantagem é que por ficar totalmente embutida, o fundo da peça pode aparecer por debaixo, o ideal é apostar em um acabamento para escondê-la ou em armários, o que garantirá um local para guardar pertences, cosméticos etc. Isso garantirá o acabamento e evitará que o banheiro pareça estar inacabado.

Projeto realizado pela Designer de Interiores Sara Aires.

Muito confundidas com os modelos de embutir, existem também as cubas de sobrepor. A diferença entre elas é estas se encaixam na bancada pela parte superior, ficando com uma borda aparente. Este acabamento cria um efeito de moldura, dando um charme especial à peça. É uma ótima opção para atualizar o banheiro sem grandes intervenções!

Projeto realizado pela Designer de Interiores Sara Aires.

Outro modelo que está ganhando espaço é a cuba de apoio. Esta é instalada por cima da bancada, ou seja, só é necessário um furo para escoamento da água. Dessa forma, eventuais trocas são mais fáceis, se por acaso o cliente quiser substituir o modelo futuramente. Mas cuidado ao escolher os acabamentos, principalmente as torneiras que para esse modelo devem ser sempre mais altas ou de parede. A bancada também exige atenção, já que deve ficar um pouco mais baixa e como a louça fica toda aparente pode ficar com espaço reduzido, então é essencial escolher uma peça que fique harmônica e proporcional.

Projeto realizado pela Designer de Interiores Sara Aires.

E aí, já escolheu o seu modelo preferido? E a cor e formato? Contamos com várias opções aqui no Campeão da Construção!

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TIJOLO APARENTE

Quem nunca se imaginou curtindo um ambiente relaxante e aconchegante como este?

Foto cedida por cliente, projeto realizado pela nossa Designer de Interiores Laise.

Rústico, muitas vezes um termo ‘incompreendido’, já que ainda é associado a ambientes mais antigos, rurais ou campestres, por demonstrar um aspecto despretensioso e natural. Deste conceito, surgiu o estilo rústico na decoração, onde elementos como, por exemplo, madeiras de demolição e pedras sem muita lapidação podem recriar aquele gostinho de natureza.

Atualmente em nossa rotina acelerada, muito trabalho e falta de tempo, sentimos falta de um lugar que transmita paz e aconchego. Porque não transformar nosso lar nesse lugar? Com tantas possibilidades para criação deste ambiente no mercado, é fácil ficar em dúvida na hora da escolha. Os revestimentos que imitam esse efeito, geralmente são um pouco mais caro, mas possuem ótima durabilidade e praticidade na hora da limpeza. Existem ainda outras opções com menor investimento financeiro, como os tijolinhos.

Além de trazer mais estilo para o ambiente, o tijolinho aparente é uma peça relativamente pequena, tradicional e de fácil manuseio. Todo pedreiro é acostumado a trabalhar com esse material. Para o assentamento, o indicado é utilizar argamassa, pois o cimento pode ficar muito aparente entre as juntas. Como o tijolinho maciço tem uma espessura especifica, é importante planejar em qual parede será instalado para que não prejudique o espaço e os cuidados do dia a dia.

Foto cedida por cliente, projeto realizado pela nossa Designer de Interiores Laise.

Por ser um material com grande porosidade, é ESTRITAMENTE necessário o uso de impermeabilizante após a instalação. Afinal, ninguém quer poeira no chão da sala, né?! É importante ter muito cuidado com as áreas de contato (como abaixo do balcão) e espaços molhados, evitando que o desempenho do produto não seja prejudicado.
Podemos misturar um acabamento de tijolinho em um ambiente mais clean, com acabamentos em cinza ou cimento queimado o que garante um estilo mais industrial. O que você prefere? E por que não utiliza-lo com cores, texturas, acabamentos? Use a criatividade e não se esqueça, consulte sempre um profissional para lhe indicar a opção mais viável e segura ao seu ambiente.

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