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O EFEITO DO CIMENTO QUEIMADO NA DECORAÇÃO

Há muito tempo o Cimento Queimado é utilizado na construção civil, mas o termo teve o seu ‘boom’ há pouco mais de cinco anos, onde começou a ser empregado com mais frequência em áreas residenciais.

Apesar do seu visual remeter ao estilo urbano, industrial e contemporâneo, o cimento queimado pode ser misturado com outras tendências como madeira, cores ou até mesmo acabamentos mais finos como o mármore para quebrar essa característica de cimento e acrescentar personalidade ao ambiente e torná-lo mais a cara do dono.

O método mais comum e também o mais antigo, é literalmente “colocando a mão na massa”, que consiste em misturar cimento, areia e água para formar a massa que é espalhada na superfície junto com o pó do cimento seco e, em seguida, é “queimado” com ajuda da desempenadeira de aço.

Nessa técnica, o cliente vai encontrar materiais com preços mais baratos, além de conseguir um efeito único em seu ambiente. Porém, o ideal é utilizar mão de obra qualificada para evitar futuros defeitos como, por exemplo, trincas que podem aparecer com o tempo ou porosidade na superfície, caso não seja aplicado do jeito correto ou se não for impermeabilizado depois do procedimento. Apesar de se arriscar um pouquinho, o cliente fica muito feliz ao ver um piso ‘inteiriço’, homogêneo e sem necessidades de juntas! Imagina que lindo?!

Projeto criado pela nossa Designer de Interiores Laise.

Em paralelo, existem também outras opções para quem não quer sujeira e deseja praticidade, mas ainda assim quer dar um toque moderno à sua casa, como a tinta com efeito de cimento queimado. Estas são de fácil aplicação e criam um resultado idêntico ao natural nas paredes. Outra vantagem é a limpeza que é bem simples, basta um pano seco para tirar a poeira e possíveis sujeiras do dia a dia. A desvantagem é que essa textura na tinta é indicada para paredes de ambientes internos, nunca para a fachada.

Outra escolha muito comum são os acabamentos em porcelanatos, cerâmicas ou revestimentos, estes são mais resistentes e profissionais dessa área são mais fáceis de encontrar! A vantagem é que tem inúmeras opções de diversos preços e tamanhos, então você pode escolher quanto vai investir nesse efeito. Sem contar na limpeza que é mais prática e fácil! A desvantagem é que sempre precisam de juntas de dilatação (rejunte) quando assentados. No geral, a junta mínima para o piso é cerca de 2 milímetros. Caso queira saber mais sobre rejuntes e juntas, clique aqui!

Este é mais um exemplo de como você pode transformar a atmosfera do seu ambiente com pequenas (ou grandes) intervenções e deixá-lo digno de capa de revista!

Projeto criado pela nossa Designer de Interiores Laise.

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DIFERENÇA ENTRE OS CHUVEIROS ELÉTRICOS E PARA AQUECIMENTO

Existem vários modelos de chuveiros no mercado e vários sistemas para sua utilização, sendo os mais conhecidos os elétricos e os que recebem aquecimento. Entenda as diferenças entre eles:

Chuveiro para Aquecimento

Pode ser utilizado em dois sistemas: aquecimento à gás ou solar. Sendo a foma mais usual o aquecimento solar com boiler e placas solares por questão de segurança. É necessário um projeto, um planejamento bem no início da obra pois toda a encanação vai depender do sistema escolhido. O detalhe é que a coluna d’água (distância percorrida pela água da caixa até a instalação do chuveiro) precisa ter em média de 3 a 6 metros de altura para melhorar a pressão da água.

A desvantagem desse sistema é que o investimento financeiro é mais alto, em compensação o retorno na conta de energia é visto com o passar do tempo, já que o chuveiro é o maior vilão do consumo energético.

Chuveiros Elétricos

São os mais populares por serem de fácil instalação e não necessitam de um sistema muito elaborado, por isso geralmente são baratos. Além de garantir banhos sempre quentinhos, sem demorar para esquentar a água. É necessário observar se a pressão da água é boa e se os disjuntores são adequados para a instalação do chuveiro. A desvantagem é que o chuveiro elétrico é responsável por quase 23% do consumo e não funciona em caso de falta de energia.

Independente do sistema escolhido, a caixa d’água precisa ser instalada numa altura adequada, que é de no mínimo 4 metros.

Visite-nos e conheça as diversas marcas disponíveis:

 

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A COIFA IDEAL PARA SUA COZINHA

A coifa é responsável por retirar a fumaça e os odores da cozinha, mas além da funcionalidade e praticidade, elas também adquirem um efeito estético ao ambiente. Cada coifa tem uma característica e deve ser escolhida conforme a sua cozinha. Entenda as diferenças entre os modelos:

Tamanho da coifa
O ideal é que a coifa seja compatível com o tamanho do cooktop ou fogão, sendo assim para os de 4 bocas ou menores o recomendado é utilizar uma coifa de 60 cm, que atende perfeitamente e garante a harmonia do ambiente. Para os fogões e cooktop com 5 ou 6 bocas, o ideal é utilizar uma coifa de 90 cm.

A distância ideal entre a chama e o inicio da coifa é de cerca 70 cm.

Coifa de parede
As coifas de paredes são indicadas para cozinhas tradicionais em que o fogão/cooktop fica encostado na parede. É preciso analisar o tipo de parede, pois o material para fixação da coifa deve ser resistente e adequado aos mais diversos tipo de pintura, revestimentos, alvenaria ou drywall.

Coifa de Ilha
Já as coifas de ilha são indicadas para as cozinhas integradas, onde o fogão/cooktop fica em uma bancada de centro, este modelo é projetado para instalação no teto, com as laterais livres.

Projeto produzido pela Designer de Interiores Sara Aires.

As coifas possuem dois modos: o depurador e o exaustor, a escolha entre eles deve ser feita antes da compra, pois influencia diretamente na instalação do eletrodoméstico. Confira as dicas de instalação destes modelos:

Coifa em modo depurador
O modo depurador absorve a fumaça, o cheiro e a gordura dos alimentos em preparação, filtra e devolve o ar limpinho para a sua cozinha. Neste caso a instalação é mais simples, não precisa de saída de ar, apenas de uma tomada por perto. Neste modelo o filtro deve ser trocado regularmente, conforme especificações do fornecedor.

Coifa em modo exaustor
Com o exaustor, a fumaça é sugada e vai direto para fora. Nesse caso você precisa ter uma saída de ar e fazer uma instalação que conecte o duto para a parte de fora da sua casa. Nem todos os ambientes são adaptados para este modelo, uma vez que a cozinha deve ter uma parede voltada para fora.

Já conhece nossas opções de coifas e cooktops? Venha conhecer nosso showroom.

 

 

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COMO ESCOLHER O RODAPÉ

O rodapé serve para dar acabamento à junção entre piso e parede e previne possíveis danos causados pelas tarefas do cotidiano, como o impacto de vassouras ou aspiradores de pó. Os mais comuns são os produzidos com pisos e porcelanatos, mas existem ainda acabamentos em madeira e tinta.

Abaixo dicas para facilitar a escolha:

Altura do Rodapé

A altura do rodapé deve ser proporcional ao da parede, ou seja, quanto maior o pé direito maior pode ser o rodapé. Porém hoje em dia não é comum vermos ambientes com mais de 15 cm ou 20 cm de rodapé. Para paredes com pé direito baixo com até 240 cm, o recomendado é utilizar o rodapé com cerca de 10 cm.

Projeto produzido pela nossa Designer de Interiores Sara Aires.

Rodapé acompanhando o piso

Este tipo de acabamento deixa o ambiente mais harmonioso, além de dar a sensação de maior amplitude. Neste caso, o material utilizado é o mesmo do piso, sendo cerâmicas ou porcelanatos. É importante lembrar: que estes materiais tem maior durabilidade e garantem melhor custo-benefício.

Aqui podemos reproduzir detalhes como frisos e abaulamento nas arestas aparentes.

Rodapé acompanhando a parede

Os rodapés são pintados da mesma cor da parede, por isso devem ser de material que aceitam pintura, como PVC, madeira, MDF, polietileno entre outros. Este modelo dá a sensação de que o pé direito é mais alto já que não há corte visuais na parede.

Rodapé em destaque

Você pode optar por usar o rodapé como destaque na decoração. Solte a imaginação e utilize diferentes materiais, texturas e cores para compor o ambiente, respeitando as escolhas dos materiais principais como tinta e piso utilizados.

Rodapé embutido

São aplicados por uma pequena cava na parede com cerca de 1 cm, dependendo da espessura do rodapé. Os embutidos facilitam a limpeza, pois não acumulam sujeira e ficam com acabamento refinado, uma vez que não há diferença de espessura entre parede e rodapé.

 

 

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ILUMINAÇÃO EM BANHEIROS E LAVABOS

Existem uma infinidade de opções de iluminação de banheiros/ lavabos e diferentes modelos que podem compor a decoração do ambiente. Ao iniciar o projeto de iluminação do seu banheiro ou lavabo, assim como de outras áreas da casa, deve-se considerar a utilização do ambiente em diferentes horários do dia e respeitar a personalidade e estilo do ambiente. Não existem regras que determinam a iluminação ideal, mas é preciso escolher o tipo adequado de lâmpada e luminária mais funcional e adequado ao ambiente.

Projeto de lavabo produzido pela nossa Designer de Interiores Sara Aires.

Separamos aqui uma dica de como utilizar os pendentes neste ambiente. Confira!

Os pendentes funcionam de forma interessante no complemento da iluminação dando ao ambiente mais que um ponto de iluminação. Devem seguir as dimensões do banheiro e respeitar as medidas das bancadas, dessa forma a luz se adequará de forma proporcional e não sobrecarregará a iluminação do local. É preciso ficar atento e planejar de forma eficaz a iluminação desses ambientes para que as atividades diárias, como fazer a barba ou a maquiagem, não sejam prejudicadas.

Nas bancadas, o ideal é utilizar dois pontos de luz um de cada lado, lateralmente evitando projetar a luz por cima, já que isso cria sombras no rosto que atrapalham a utilização do espelho. É importante também, utilizar arandelas difusas com dimensões grandes, com lâmpadas de baixa intensidade.

Caso o objeto seja apenas decorativo e não influenciem diretamente na iluminação do ambiente, utilize pendentes com facho de luz fechado, com destaque sobre a bancada. Os lavabos podem ter uma iluminação mais baixa e por isso funcionam apenas com um pendente.

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DIFERENÇAS ENTRE PISOS E REVESTIMENTOS RETIFICADOS, BOLD E CERÂMICAS

É comum surgir algumas dúvidas na hora de escolher que tipos de revestimentos utilizar: retificado, bold ou cerâmicas.

 

Usado em todos os tipos de ambientes, os revestimento proporcionam mais praticidade no dia-a-dia, pois são de baixa manutenção e maior facilidade de limpeza. Saiba a diferença entre os diversos tipos de pisos e revestimentos:

Retificados

Os revestimentos retificados são cortados por discos de diamante, as peças possuem tamanho igual e acabamento das arestas em 90 graus. Isso significa que quando uma peça se aproxima da outra durante a instalação, o alinhamento é total com espaço entre elas de cerca de 1 mm (instalação em paredes) e 2 mm (instalação em pisos), deixando as juntas quase imperceptíveis, resultando um visual mais clean e moderno.

É importante lembrar que na hora de assentar o piso/revestimento as normas técnicas do produto devem ser respeitadas.

Bold

Este tipo de revestimento possui o acabamento tradicional com bordas arredondadas e tamanho das peças nem sempre exato. Recomenda-se a distância mínima entre as peças de 3 mm, por isso o rejunte fica mais aparente. O revestimento bold geralmente tem menor preço de compra e instalação.

Cerâmicas

São produzidas com barro vermelho, são um pouco menos resistentes, mas atende bem em determinadas situações. Para reduzir os custos de produção, o acabamento das cerâmicas são bold, ou seja, com as bordas arredondadas e devem ficar com espaçamento maior entre as peças.

 

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